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O inconsciente coletivo é um milharal em forma de labirintos, Com muitos espantalhos cravados no chão tentando sair sem sair do lugar. Desci até esse milharal com minha carne sagrada. Lhes apresento minha raça com paixão, Humano de Rapina. Me alimento do milho que vocês ficam não olhando no labirinto. Tentando fugir e cravados no chão. Alguns de vocês. conseguiram transcender sua visão limitada, quando menos abastados do que fazer. E criaram o arquétipo de anjos, nos vendo. Não mudem pra nossas cordilheiras. Mesmo estando cravados no chão. Pisariam nos nossos ninhos, não teriam ninguém para cuidar de seus futuros. Terceira guerra de veludo. A próxima arca de noé é um aquário. Seremos inundados pelo fogo. Da ignomobilidade de tuas mentes. Do mínimo ao máximo que se fecha. Na era de aquário do milharal. Não querem acreditar na minha bondade. Vão colocar chifres em seus amores, Custar a pintar de vermelho seus chakras raíz, E sentir a dor de seus cães tendo rabos cortados. Me amem, ou serão astros sem Lumen Naturale, e girem em torno de quem tem luz. Sua ignorância tomou seu lugar na geometria divina e se resumiu numa órbita pra iluminar seus desertos abaixo de zero. Não vale a pena. Não vale. Não. Perdoem-se entre si, Perdoem a si mesmos e em breve estaremos juntos brincando no ar em multidões de vôo sincronizado inspirado.