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(FELIPE GALVAN)
jardim à meia noite.
Petalas de sangue despedaçando como nossas verdades ao vento me cobrindo com a noite de ébano.
Petalas gregas afugentam cismas tecnológicas, tomando de volta da mão dos designers tudo aquilo que construimos com as mãos no passado.
Aquilo que era amor, agora se chama saudade
que saudade
que doença
Escombros, da pele o perfume de um pessego.
da cintura orgânica, paixões que se apertam com a ponta de dedos sedentos... cedendo nesse perfume.
Nos rasga os braços criando asas.
A um lugar que nunca visitei antes.
Mas que me lembro sempre.
Como o sonho.
Só que viajo em tua mente.
A minha apenas expecta a tudo.
um Waking Life em vão.
Reféns da cortesia do universo.
Sou mais um desmaio no quarto escuro.
talvez no meio do transito de São Paulo.
Estilo ruptura escassa social caótica.
Já tendo feito lhe esquecer do que falava.
pensando em tudo menos o cheiro que já sente no palato.
devastando qualquer outra opção de vida.
senão essa .....
de me viciar na sua aura rosada e grimória de um passado obscuro.
pétalas de sangue continuam voando.
ao abandono, o adeus da vida antiga, olá aventura!