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[FELIPE GALVAN]
Quando se dá o clique da maçaneta
Vem um frio na barriga
De quem espera apenas o perdão
Seguido de um abraço
A promessa tem a beleza de uma manhã
Em que o sol bate suave
em um doce amarelo
O gosto do calor impregnante
Do suor sem água Pra se lavar
Do tapa enfurecido no contrapé do pernilongo
Fica pra deslealdade
Maldita hora em que optei por pensar pouco
Ser igual aos cabeças frias do meu tempo
Optei pelo mormaço
Torturado pouco a pouco
Quem és tu Dante?
O que fantasiaste
Senti
O que descreveste
Vivi
Mas me rasgo em inveja
Ao contrário de ti , companheiro
Nem consigo externar
Que Inferno!
Nunca me satisfaço ao ato de Parafrasear.
Que Inferno ter consciência, e ser dualista de pesá-la com
Meus atos.
Não me peguem!!!
Não me devorem!!!
Demônios da Indisciplina e do Desequilíbrio.
SOU MEU PIOR INIMIGO ARMANDO MAIS UMA CILADA.